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Central do Brasil

(Estação D. Pedro II)

Robert Russel Prentice Dowling,Roberto Magno de Carvalho

1937

Praça Cristiano Otoni, s/nº - Centro

Arquitetos associados:Adalberto Szilard, Gezár Heller

Cliente: Governo Federal

Construtora: Cumplido Santiago & Cia

Responsáveis técnicos: José Maurício da Justa

Edifício concebido em estilo aerodinâmico, caracterizado por uma grande torre que intersecciona-se com duas alas mais baixas, porém vai até o piso térreo, afirmando sua verticalidade. No topo da torre, há um escalonamento, lhe conferindo aspectos de arranha-céu. Um relógio de dimensões superlativas fecha a composição. Gare bem iluminada e com espacialidade generosa.

Uso atual: Estação ferroviária terminal da linha sob atual concessão da Supervia. Sede da Flumitrens.

Propósito da construção: Construído para atender à crescente demanda de passageiros vindos dos subúrbios da cidade, o edifício existente anteriormente foi colocado abaixo para erguer-se um grande marco da cidade e, ao mesmo tempo, símbolo de poder, força e solidez do regime que se iniciava: o Estado Novo.

Estado de proteção (tombamentos): Tombado em esfera municipal, por decreto 14.741, de 22/04/1996

Estado atual: Mal conservado

Volumetria: Um embasamento composto por duas alas que se estendem pelos limites com os logradouros indo de encontro uma com a outra até que se deparam com a torre do relógio. A gare fica atrás das alas e da torre.

Descrição das fachadas: Fachadas seguindo o estilo aerodinâmico. Edifício com tratamento em pintura branca, com esquadrias de ferro fundido de tonalidade preta. Os acabamentos na fachada também acontecem através de planos de alvenaria salientes predominantemente verticais que conferem diferentes ritmos.

Estrutura: Estrutura em concreto armado.